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Agroecologia

Castanha de baru conquista o mercado europeu e transforma vidas no Cerrado

Produto nativo é o primeiro do bioma a ser autorizado para comercialização em toda a União Europeia, beneficiando agricultores familiares e comunidades extrativistas
RedaçãoPor Redação28 de agosto de 2025Nenhum comentário3 min.
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Baru do Cerrado. (Divulgação Cedac)
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Pela primeira vez, um produto originário do Cerrado brasileiro está oficialmente autorizado a ser comercializado em toda a União Europeia. A conquista inédita é da castanha de baru, fruto nativo da região, cuja trajetória de valorização e reconhecimento internacional é resultado de mais de 25 anos de trabalho da CoopCerrado, com assessoria técnica do Centro de Desenvolvimento Agroecológico do Cerrado (Cedac) e apoio estratégico e financeiro da Fundação Banco do Brasil.

Parceira do Cedac e da CoopCerrado desde 2005, a Fundação BB foi fundamental para o fortalecimento da cadeia produtiva do baru, com o financiamento de cerca de 15 projetos voltados à geração de renda, inovação e sustentabilidade para os povos do Cerrado. Entre os marcos dessa parceria está a instalação da primeira plataforma industrial da castanha de baru, iniciativa viabilizada com recursos da Fundação BB e do BNDES, que consolidou uma estrutura capaz de dar escala à produção e abrir portas para o mercado internacional.

“A autorização para exportar a castanha de baru para os países da União Europeia representa uma conquista histórica para o Brasil e, especialmente, para as comunidades extrativistas do Cerrado. Esse avanço não apenas abre uma nova fronteira comercial para um superalimento de alto valor nutricional, mas também fortalece a bioeconomia brasileira, promovendo renda, inclusão e conservação ambiental,” ressalta Kleytton Morais, presidente da Fundação Banco do Brasil.

“A Fundação BB trouxe uma nova visão para o projeto. A partir disso, foram feitos investimentos em iniciativas estruturantes que fizeram toda a diferença para o baru ganhar escalabilidade e alcançar o mundo”, destaca Alessandra Karla da Silva, coordenadora executiva do Cedac.

Segundo Alessandra, o baru já era exportado para os Estados Unidos e para o Oriente Médio e sua entrada oficial no mercado europeu reforça o potencial da sociobiodiversidade brasileira como caminho para o desenvolvimento sustentável e a inclusão produtiva de milhares de famílias extrativistas.

Um dos beneficiados é Adalberto Gomes dos Santos, agricultor familiar e extrativista do município de Lassance (MG). Ele cresceu consumindo o baru no dia a dia e viu, ao longo dos anos, o fruto se transformar em oportunidade de vida para muitas famílias. “Desde menino eu e meus irmãos comíamos o baru. Mas ele era mais consumido pelos bichos. Em 2002 o Cedac e a CoopCerrado começaram a comprar o baru. O primeiro apoio que nós tivemos foi a capacitação para colher, plantar e vender. Passamos a nos organizar e a trabalhar em rede. Com isso desenvolvemos vários trabalhos e produtos derivados do baru e outras plantas do Cerrado”, lembra.

Hoje, ele vê no baru uma fonte de renda estável e um símbolo de transformação. “Eu vejo o baru como algo muito abençoado. Que despertou nas famílias a coletividade, o interesse em preservar e plantar, porque ele dá renda para as famílias. Agora que ele ganhou o mundo, vai trazer muito mais benefícios. Principalmente para aqueles mais pobres”, completa Adalberto.

 

Agroecologia Bioma do Cerrado brasileiro Castanha de baru
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